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Artist Statement:
Concrete painting
The structural composition of the drawing is in the limit of the line, the line that has origin in the geometric figure of the circle, "because every straight line is a limit of a circle." That pictorial architecture is configured in delimited plans where color has an echo and representation. Color sets the tone of the musicality in the painting. It is applied within the dynamics of alternate rhythms with incessant beating of the brush on the canvas. The predominant texture resulting of that echoed action also reveals a subtle depth as a consequence of the transparency of the oil paint. This constant dialogue with the line, form and the light on canvas, gives dimension to the abstract idea materializing it in a concrete element, which is the concrete painting.
Roberto Silva
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Pintura Concreta
A composição estrutural do desenho está no limite da linha, a linha que tem origem na figura do circulo, “pois toda reta é um limite do circulo”. Essa arquitetura pictórica configura-se em planos delimitados onde a cor tem eco e representação. A cor registra o tom da musicalidade na pintura. Insere-se nela uma dinâmica de ritmos alternados com ...
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Artist Exhibitions:
Roberto Silva, Born in Brazil-São Paulo City
Education: artes plásticas e licenciatura -1979-82 (FAAP) Armando Alvares Penteado - Sao Paulo – SP/Brazil
SOLO EXHIBITIONS:
2005: Exhibition at BACI-Brazilian-American Cultural Institute
Washington-DC-USA
2003: Digital pictures Exhibition, sponsored by the Brazilian branch of the OKI
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Artist Galleries:
The art gallery Londonart in London
http:www.londonart.co.uk...
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Collections:
Works in private collections including Brasilian states, San Francisco, Boston, Italy, France and Portugal.
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Commissions:
Coming Soon!
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Reviews for Roberto Silva:
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Pictorial poetry
Roberto Silva's pictorial poetry employs geometric figures to build vibrant compositions. This is achieved not only by the combination of shapes but also by the way colors are used. The result, instead of being a mass of cold matter, is an artwork that reflects the artist's mind.
Viewing the ensemble produced by Silva leads to the realization that no type of art is better than others. One is confronted by an art imbued with sincerity and depth. These two traits stem from investigation and experimentation carried out for more than ten years.
Silva's art is sincere because it is grounded on the continuous search for an individual, differentiated language that does not ignore the masters of the past, particularly those doing art from a geometric perspective, but rather seeks to learn from them what is best for the construction of a language consisting of renewed, often surprising elements.
The depth of Silva's art comes from continuous exercising, which keeps him from stopping his aesthetic investigation and his search for visual manifestations of interest either in terms of materials or visual impact on the viewer.
The final outcome of his visual journey is a concrete, geometric style of painting that, paradoxical as it may seem at first, causes excitement as it brings to the fore the best in each individual—the creative capacity. In this sense, each of Silva's work presents the viewer with an interpretation challenge through the interplay of shapes, colors, and textures that enchant at the same time it hints at profoundly human enigmas and multiple, deep meanings.
Oscar D'Ambrosio, a journalist, holder of a master's degree in Visual Arts from UNESP's Visual Arts Institute, is a member of the International Association of Art Critics-AICA, Brazilian section. His published works include Contando a arte de Peticov [On Peticov's art], Noovha América, and Os pincéis de Deus: vida e obra do pintor naïf Waldomiro de Deus [God's brushes: the life and work of naif painter Waldomiro de Deus], UNESP and imprensa Oficial do Estado de Sao Paulo.
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A poesia do concretismo
A arte concreta costuma deixar os críticos especializados perplexos. Na impossibilidade de se discorrer sobre referenciais objetivos nas telas, há uma certa tendência para o desenvolvimento de raciocínios muito mais filosóficos do que artísticos ou a criação de um jargão praticamente incompreensível sobre as obras de pintores do calibre de Kandinsky e Mondrian, mestres em levar para as telas jogos formais e cromáticos de cair o queixo.
Esses dois artistas que, junto com Miró, reúnem a rara capacidade de surpreender o espectador em cada trabalho, são justamente duas importantes fontes de inspiração para a obra do artista plástico Roberto Silva, que desenvolve sua pintura na articulação de cores como amarelo, azul e vermelho em composições que alternam retângulos, esferas e suas inter-relações.
Nascido em São Paulo, SP, em 11 de setembro de 1956, Silva vive exclusivamente da sua arte desde 1986, vendendo trabalhos – que conjugam a espiritualidade de Kandinsky e a percepção de cores de Mondrian – para diversos Estados brasileiros e para colecionadores dos EUA, Itália, Inglaterra e Portugal.
Oriundo de uma família com um pai pintor e um irmão que fazia grandes esculturas de cimento, Silva, em 1978, integrava a Cooperarte, cooperativa que tinha como objetivo principal reunir artistas, como atores, diretores e autores para o teatro. Baterista e percussionista, participava como músico profissional – atividade que desenvolveu durante oito anos – criando composições musicais para as peças do grupo.
O contato com os artistas que cuidavam da montagem dos cenários das peças que eram produzidas na cooperativa levou Silva à Faculdade de Artes Plásticas na Fundação Armando Álvares Penteado, onde permaneceu por três anos, tendo contato com diversas linguagens, como escultura, gravura, pintura, fotografia e desenho de animação.
Da intersecção de conceitos musicais como ritmo, harmonia e movimento com a arte concreta, surgem as imagens de Roberto Silva. Círculos e meio-círculos são colocados na tela em jogos plenos em equilíbrio harmônico. E pelo uso das cores que essas formas ganhem vida.
Embora a arte concreta ofereça um desafio aos seus intérpretes, ela é capaz de gerar fortes impressões, justamente pelo talento do artista no manejo do diálogo entre as tonalidades e as figuras geométricas. O que poderia ser rígido numa visão apressada, torna-se então delicado e sensível.
Na arte de Silva, a poesia se faz presente. O ritmo visual se conjuga a uma concepção musical da arte, em que a harmonia tem um papel preponderante. Suas composições trazem à tona criações plenas de sensibilidade, em que as forças da existência se enlaçam em um ritmo único. Ele gera, portanto, telas concretas que não tem referenciais no mundo visível, mas se sustentam artisticamente pela conversa informal entre formas aparentemente díspares que se combinam em admirável equilíbrio poético.
Oscar D'Ambrosio é Jornalista e Crítico de Arte e integrante da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA), autor de Os pincéis de Deus: vida e obra do pintor naïf Waldomiro de Deus (Editora Unesp) e responsável pela página http://www.artcanal.com.br/oscardambrosio
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