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Artist Statement:
Concrete art
Curiosity, intuition and experimentation are elements that guide and characterize the projection, creation and identity of my paintings, which carry in all the production the title "Concrete Vison".
The structural reference of the drawing is in the limit of the line, the line that has origin in the geometric figure of the circle, "because every straight line is a limit of a circle." That pictorial architecture is configured in delimited plans where color has an echo and representation. Color sets the tone of the musicality in the painting. It is applied within the dynamics of alternate rhythms with incessant beating of the brush on the canvas. The predominant texture resulting of that echoed action also reveals a subtle depth as a consequence of the transparency of the oil paint. This constant dialogue with the line, form and the light on canvas, gives dimension to the abstract idea materializing it in a concrete element, which is the concrete painting.
The non-figurative painting whether it is geometric or not have been presented in the current contemporary context, almost constantly, as "abstract art." That complex concept, and at times controversial, intrigues me and makes me assume, in a certain way...
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Artist Exhibitions:
Roberto Silva. Plastic artist
Curriculum
Roberto Silva, been born in setember, 11 of 1956 in São Paulo city, Brazil. Studied until the third year of plastic arts and teaching at Armando Alvares Penteado ( FAAP ) from 1979 to 1982 in São Paulo.
1982-Course of silkscreen, litograph, and metalengraving ...
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Artist Galleries:
The art gallery Londonart in London
http:www.londonart.co.uk...
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Collections:
Works in private collections including Brasilian states, San Francisco, Boston, Italy, France and Portugal.
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Commissions:
Coming Soon!
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Reviews for Roberto Silva:
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COMENTÁRIO CRÍTICO:
A poesia do concretismo
A arte concreta costuma deixar os críticos especializados perplexos. Na impossibilidade de se discorrer sobre referenciais objetivos nas telas, há uma certa tendência para o desenvolvimento de raciocínios muito mais filosóficos do que artísticos ou a criação de um jargão praticamente incompreensível sobre as obras de pintores do calibre de Kandinsky e Mondrian, mestres em levar para as telas jogos formais e cromáticos de cair o queixo.
Esses dois artistas que, junto com Miró, reúnem a rara capacidade de surpreender o espectador em cada trabalho, são justamente duas importantes fontes de inspiração para a obra do artista plástico Roberto Silva, que desenvolve sua pintura na articulação de cores como amarelo, azul e vermelho em composições que alternam retângulos, esferas e suas inter-relações.
Nascido em São Paulo, SP, em 11 de setembro de 1956, Silva vive exclusivamente da sua arte desde 1986, vendendo trabalhos – que conjugam a espiritualidade de Kandinsky e a percepção de cores de Mondrian – para diversos Estados brasileiros e para colecionadores dos EUA, Itália, Inglaterra e Portugal.
Oriundo de uma família com um pai pintor e um irmão que fazia grandes esculturas de cimento, Silva, em 1978, integrava a Cooperarte, cooperativa que tinha como objetivo principal reunir artistas, como atores, diretores e autores para o teatro. Baterista e percussionista, participava como músico profissional – atividade que desenvolveu durante oito anos – criando composições musicais para as peças do grupo.
O contato com os artistas que cuidavam da montagem dos cenários das peças que eram produzidas na cooperativa levou Silva à Faculdade de Artes Plásticas na Fundação Armando Álvares Penteado, onde permaneceu por três anos, tendo contato com diversas linguagens, como escultura, gravura, pintura, fotografia e desenho de animação.
Da intersecção de conceitos musicais como ritmo, harmonia e movimento com a arte concreta, surgem as imagens de Roberto Silva. Círculos e meio-círculos são colocados na tela em jogos plenos em equilíbrio harmônico. E pelo uso das cores que essas formas ganhem vida.
Embora a arte concreta ofereça um desafio aos seus intérpretes, ela é capaz de gerar fortes impressões, justamente pelo talento do artista no manejo do diálogo entre as tonalidades e as figuras geométricas. O que poderia ser rígido numa visão apressada, torna-se então delicado e sensível.
Na arte de Silva, a poesia se faz presente. O ritmo visual se conjuga a uma concepção musical da arte, em que a harmonia tem um papel preponderante. Suas composições trazem à tona criações plenas de sensibilidade, em que as forças da existência se enlaçam em um ritmo único. Ele gera, portanto, telas concretas que não tem referenciais no mundo visível, mas se sustentam artisticamente pela conversa informal entre formas aparentemente díspares que se combinam em admirável equilíbrio poético.
Oscar D'Ambrosio é Jornalista e Crítico de Arte e integrante da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA), autor de Os pincéis de Deus: vida e obra do pintor naïf Waldomiro de Deus (Editora Unesp) e responsável pela página http://www.artcanal.com.br/oscardambrosio
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